Conteúdos exclusivos no streaming aumentam pirataria

A World Intellectual Property Organization, ligada às Nações Unidas, publicou recentemente relatório em que responde a perguntas sobre o impacto da exclusividade de conteúdos em serviços de streaming como Netflix, Amazon Prime e Disney+ no crescimento da pirataria no Brasil e se a distribuição em uma quantidade menor de plataformas tem impacto também no financiamento para projetos cinematográficos.

Para o primeiro cenário, o estudo indica que quanto mais online são os filmes e mais distribuídos em múltiplas plataformas, menor é a pirataria. Essa relação inversa nasce do comportamento do usuário que prefere pagar por menos serviços e piratear tudo aquilo que não esteja nas plataformas assinadas por ele. A medida de economia individual, já que assinar tudo disponível no mercado atualmente pode ficar caro, tem impacto direto na decisão dos usuários de optar pela pirataria.

Para o segundo, quanto mais exclusiva é a distribuição, nem sempre é maior o nível de financiamento para os projetos, essa relação é diferente em dois contextos. No caso de serviços por assinatura, quanto maior a exclusividade, maior é o nível de investimento nos projetos, mas quando distribuídos apenas em serviços por demanda – Google Play, por exemplo, em que o cliente aluga ou compra o filme -, o nível médio de investimentos tende a ser menor.

O estudo indica ainda caminhos para a indústria nos modelos de negócio de produção e distribuição. A WIPE tem ainda uma série de estudos relacionados à economia criativa disponíveis em seu site oficial.

Inteligência artificial

I asked GPT-3 for the question to “42”. I didn’t like its answer and neither will you, no Medium – It is known that the answer to life, the Universe and everything is 42. However, despite the concerted efforts of the best minds humanity has to offer, the appropriate question has yet eluded us.

Jornalismo

Conheça quatro veículos brasileiros de mídia negra, que fazem jornalismo antirracista e com perspectiva racial, no Knight Center – Apesar de formarem mais de 55% da população brasileira, negros ainda são minoria nas grandes redações do país, principalmente em cargos de liderança. A falta de diversidade nos meios de comunicação tem reflexos na cobertura jornalística, que acaba reforçando estereótipos e preconceitos. Para se contrapor a esse cenário, muitos veículos e coletivos de mídia negra surgiram nos últimos anos no país, para dar visibilidade à luta antirracista e fazer jornalismo com perspectiva racial. Muitos deles têm projetos para formar estudantes sobre como fazer um jornalismo antirracista, além de capacitar e oferecer mentoria para profissionais negros.

Onda de protestos e crise de credibilidade da imprensa tradicional impulsionam meios alternativos e fact-checking no Chile, no Knight Center – “Desligue a TV!,” “Saia para marchar!,” “A TV mente!” liam-se nas ruas de Santiago e outras cidades chilenas durante os protestos mais massivos da história do país contra a desigualdade social, também chamado de ‘o despertar do Chile’.

In Brazil, 10 news outlets are teaming up to try to make journalism cool for young people, no Nieman Lab – Attracting young people and converting them into loyal news consumers remains a challenge for most news organizations around the world.

One of the hardest parts is meeting people where they’re at. Taking a complicated, in-depth investigation and turning it into captivating video or an engaging Instagram story — one that isn’t patronizing but also isn’t boring — is work.

Python

Bar Chart Race in Python with Matplotlib, no Medium – Bar chart races have been around for a while. This year, they took social media by storm. It began with Matt Navarra’s tweet, which was viewed 10 million times. Then, John Burn-Murdoch created reproducible notebook using d3.js, others started creating their races. Then, Flourish studio released race chart for non-programmers. Since then hundreds of races have been shared on the Internet.

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